Francisca
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As principais atrações de Bariloche são o Circuito Chico, o Cerro Campanario com uma das melhores vistas do mundo, o Cerro Catedral, o Cerro Tronador e o Ventisquero Negro, a Isla Victoria com o Bosque de Arrayanes, Puerto Blest, a Colonia Suiza e o Centro Cívico, no coração da cidade.
As principais atrações de Bariloche são o Circuito Chico, o Cerro Campanario (eleito uma das melhores vistas do mundo pela National Geographic), o Cerro Catedral, o Cerro Tronador com o Ventisquero Negro, a Isla Victoria com o Bosque de Arrayanes, Puerto Blest, a Colonia Suiza e o Centro Cívico, no coração da cidade, à beira do lago Nahuel Huapi.
Quais as principais atrações de Bariloche?
Bariloche reúne montanhas, lagos e florestas em um dos cenários mais bonitos da Patagônia argentina. O passeio mais clássico é o Circuito Chico, um trajeto de cerca de 65 quilômetros que segue às margens do lago Nahuel Huapi e reúne, em poucas horas, boa parte dos cartões-postais da região. No caminho você passa pelo Ponto Panorâmico, pela Capela San Eduardo (toda feita em madeira e pedra) e pelo tradicional Hotel Llao Llao, um dos símbolos da cidade. Dá para fazer o percurso em meio período, de manhã ou à tarde, com carro próprio ou em excursão guiada.
Por que o Cerro Campanario tem uma das melhores vistas do mundo?
O Cerro Campanario fica no quilômetro 17,5 do Circuito Chico e é parada obrigatória. Do alto, a mais de mil metros de altitude, abre-se uma vista de 360 graus que abraça os lagos Nahuel Huapi e Moreno, a península de Llao Llao, a Isla Victoria e o imponente Cerro Catedral ao fundo. Não à toa a National Geographic elegeu esse panorama como uma das melhores vistas do planeta. A subida é feita por teleférico em cerca de sete minutos, e no topo há uma cafeteria com mirantes para admirar a paisagem de diferentes ângulos. Quem prefere caminhar pode encarar a trilha curta, porém íngreme, a partir da base.
O que fazer no Cerro Catedral no verão e no inverno?
O Cerro Catedral é o maior centro de esqui do hemisfério sul, com cerca de 120 quilômetros de pistas e dezenas de meios de subida que levam os visitantes a até dois mil metros de altitude. No inverno, entre junho e agosto, é o reino do esqui e do snowboard, com pistas para todos os níveis, além de tobogã na neve, trekking guiado e ótimos restaurantes com vista. Mas a montanha não fecha quando a neve derrete: entre dezembro e março ela se transforma em um grande parque de aventura, com trilhas, mountain bike, escalada, rapel e passeios de teleférico. De cima, os mirantes revelam os lagos Nahuel Huapi e Gutiérrez, a Cordilheira dos Andes e o Cerro Tronador ao longe.
Como chegar ao Cerro Tronador e ao Ventisquero Negro?
O Cerro Tronador é a montanha mais alta da região, com cerca de 3.500 metros de altitude, e fica a uns 80 quilômetros do centro de Bariloche. O passeio costuma durar o dia inteiro, entre nove e dez horas, e a área é acessada apenas por veículo particular ou excursão guiada, já que não há transporte público. O caminho segue pela Rota 40, ao lado dos lagos Gutiérrez e Mascardi, com paradas encantadoras como a ponte de Los Rápidos, sobre as águas cristalinas do Rio Manso, e a Pampa Linda, refúgio ao pé das montanhas. O ponto final é o Ventisquero Negro, a única geleira do Parque Nacional Nahuel Huapi que pode ser vista quase de carro, com poucos metros de caminhada até o mirante. A melhor época para ir é entre a primavera e o verão, quando o clima é mais ameno.
Vale a pena visitar a Isla Victoria, Puerto Blest e a Colonia Suiza?
Sim, e cada um tem seu charme. A navegação até a Isla Victoria e o Bosque de Arrayanes sai do Puerto Pañuelo, na península de Llao Llao, cruzando o lago Nahuel Huapi de catamarã. Na ilha há trilhas fáceis em meio à flora nativa, e no Bosque de Arrayanes você caminha entre árvores raras de casca cor de canela e flores brancas, que só aqui atingem esse porte. Outra opção de barco muito procurada é Puerto Blest, no extremo oeste do lago, cercado de cachoeiras e florestas virgens, que combina bem com a Cascada de los Cántaros e seus alerces milenares. Já a Colonia Suiza, a cerca de 25 quilômetros do centro, é a parada gastronômica: aos domingos e quartas há feira de artesanato e o famoso curanto, prato de origem chilena preparado ao ar livre em um ritual que vale a pena assistir. Para fechar, reserve um tempo para o Centro Cívico, inaugurado em 1940 e cercado de prédios de pedra e madeira, no fim da rua Mitre, coração das lojas de chocolate artesanal e do comércio da cidade.
Perguntas frequentes
Quantos dias são necessários para conhecer as principais atrações de Bariloche?
O ideal são de quatro a cinco dias para aproveitar com calma o Circuito Chico, o Cerro Campanario, o Cerro Catedral, um passeio de barco pelo lago Nahuel Huapi e a excursão de dia inteiro ao Cerro Tronador, sem correria.
Qual é a atração mais imperdível de Bariloche?
O Cerro Campanario costuma liderar as listas, pois oferece uma vista de 360 graus eleita uma das melhores do mundo pela National Geographic, com a subida de teleférico em cerca de sete minutos. Ele fica dentro do Circuito Chico, o passeio mais clássico da cidade.
Dá para visitar Bariloche no verão ou só no inverno?
Bariloche é destino para o ano todo. No inverno atrai pela neve e pelo esqui no Cerro Catedral, e no verão as montanhas viram parques de aventura, com trilhas, mountain bike e navegações pelos lagos sob clima mais ameno, ótimo para o Cerro Tronador.
Como chegar às atrações mais distantes, como o Cerro Tronador?
O Cerro Tronador e o Ventisquero Negro ficam a cerca de 80 quilômetros do centro e não têm transporte público. A visita é feita de carro próprio ou em excursão guiada de dia inteiro, com paradas na Pampa Linda e na ponte de Los Rápidos ao longo do caminho.
O que fazer no centro de Bariloche?
No centro vale conhecer o Centro Cívico, à beira do lago Nahuel Huapi, e percorrer a rua Mitre, repleta de chocolaterias artesanais como Rapanui, Mamuschka e Del Turista, além de restaurantes e lojas de produtos regionais da Patagônia.




